A matemática da crise

Dinheiro na mão é vendaval ... (BBC)

Afinal, qual o tamanho do problema?
Carlinhos Almeida (PT) garantiu que deixaria R$ 164 milhões no caixa da Prefeitura de São José dos Campos. O valor havia sido recebido com reservas pela equipe de Felício Ramuth (PSDB). Hoje cedo, o novo governo divulgou, em entrevista coletiva, que a Prefeitura de São José tem um rombo financeiro da ordem de R$ 306 milhões, contabilizados até 31 de dezembro de 2016. O valor foi apurado pela Comissão Especial formada pelas Secretarias de Governança, Gestão Administrativa e Finanças e Apoio Jurídico.
Segundo o estudo, R$ 185 milhões seriam referentes ao pagamento a fornecedores (5.512 compromissos não saldados) e R$ 121 milhões seriam de dívidas com o Instituto de Previdência do Servidor Municipal. 
É isso mesmo? Afinal, o superávit do governo do PT era um rombo milionário? Bem, que as contas estavam ruins, até a grama do jardim do Paço Municipal sabia. Mas é essencial que Carlinhos –ou alguém do antigo governo—venha a público explicar essa matemágica.


“Tudo isso é resultado de uma administração precária”, disse José de Mello Correa, secretário de Gestão Administrativa e Finanças.
Entre as contas estariam ainda dívidas com as contas de água, luz e com a SPDM, responsável pela gestão do Hospital Municipal, além das empresas que prestam serviços essenciais como a limpeza de escolas, realização de exames, Provisão e Hospital Antoninho da Rocha Marmo, em um total de R$ 24,4 milhões. Mais: ainda estão sendo analisadas as contas da Fundação Cultural, Urbam e Fundhas.

E agora, Carlinhos, como fica?É isso mesmo? Afinal, o superávit do governo do PT era um rombo milionário?
Bem, que as contas estavam ruins, até a grama do jardim do Paço Municipal sabia. Mas é essencial que Carlinhos –ou alguém do antigo governo—venha a público explicar essa matemágica. 
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