Altos e baixos nos EUA


Bye-bye, Obama

Outra boa análise de política internacional da newsletter Meio, produzida pelo jornalista Pedro Doria, agora sobre a saída de Barack Obama da Casa Branca e a entrada de Donald Trump. Vale e pena ler, pensar e projetar para o futuro:

Barack Obama falou à imprensa, ontem, pela última vez. Declarou que, mesmo deixando a presidência, virá a público sempre que sentir ameaça à democracia americana. A referência aos riscos de um governo Trump ficou no subtexto. Ele deixa o governo popular, com 60% de aprovação, segundo a pesquisa ABC/Washington Post. Dentre os 13 homens que governaram o país nas últimas oito décadas, apenas Franklin Roosevelt, Bill Clinton e Ronald Reagan foram vistos de forma mais favorável ao deixar a Casa Branca.

O contraste é grande. Segundo a mesma pesquisa, Donald Trump se tornará presidente americano, amanhã, com 40% de aprovação popular. Há quatro anos, Obama assumiu o segundo mandato com 79% de aprovação. George W. Bush, em 2000, tinha 62%. Trump é o presidente menos popular a tomar posse em, pelo menos, 40 anos.


Trump pode levar um mundo já frágil à desordem. A avaliação é da revista New Yorker, que lista alguns desafetosdo novo presidente mesmo antes da posse — entre eles, a União Europeia. Trump já declarou, por exemplo, que a saída da Inglaterra do bloco foi algo positivo e desdenhou da importância da UE, apoiada pelos Estados Unidos há 60 anos. As embaixadas em Washington vêm se esforçando nas últimas semanas para separar o que seria a política externa de Trump de seus comentários no Twitter.



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