Uma rota de tragédias



Doutor Ulysses: morto na queda de helicóptero
A região de Paraty é uma rota de voo perigosa.

A Serra do Mar, na divisa entre São Paulo e Rio, é uma área de muita instabilidade, com registro de chuvas intensas no período da tarde e fortes rajadas de vento. Pilotos experientes narram que, muitas vezes, é difícil discernir, quando o avião emerge das nuvens, em baixa altitude, o mar e o horizonte em tempo chuvoso.

Esse é um trecho de tragédias.

No início dos anos 80, um ex-presidente do Banco do Brasil morreu na queda de um avião na região de Cunha. Em 1992, o acidente mais famoso da região: o helicóptero que leva o deputado Ulysses Guimarães (PMDB) caiu no mar. Ao lado de Ulysses estava sua mulher, Mora, e o ex-senador Severo Gomes e sua mulher, além do piloto. Ninguém sobreviveu.  O corpo de Ulysses --o Senhor das Diretas-- nunca foi encontrado. 
Em janeiro de 2008 desapareceu neste trecho a aeronave pilotada pelo engenheiro João Verdi de Carvalho Leite, presidente da Avibras. Ele viajava ao lado da mulher, Sônia. Os destroços foram achados um ano depois, no sertão da Maranduba, em Ubatuba.
Mais recentemente nesse trecho caiu o helicóptero de Luiz Paulo Diniz, filho de Abilio, dono do Pão de Açúcar. Morreram a namorada dele, o piloto e o co-piloto. João Paulo, atleta, conseguiu nadar por duas horas e se salvou.

O que ocorreu no caso de Teori Zavascki?
Acidente, sabotagem ou uma grande trapaça da sorte, como disse o ministro Luis Roberto Barroso, colega de Teori Zavascki no STF?

Dá para cravar em alguma?
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