Sem troca na Saúde


Apesar da pressão. o secretário de Saúde, Oswaldo Huruta, vai continuar no cargo ...

Quem garante isso é o dono da caneta no Paço, o prefeito Felício Ramuth (PSDB). Em conversa que tivemos na noite de quarta-feira, na Câmara, após o lançamento do cronograma do novo Plano Diretor, Felício disse que não pensa em trocar o comando da Secretaria de Saúde apesar das críticas e dos problemas registrados ao longo dos primeiros sete meses de governo. "Pode tirar isso da pauta. não vai haver troca de secretário na Saúde", garantiu Felício. Para ele, a gestão da Saúde está sendo positiva e os problemas da rede --de falta de medicamentos a filas, entre outros-- estão sendo resolvidos gradativamente.

-- Estamos implantando um novo modelo de gestão que vai elevar e muito a qualidade do atendimento da Saúde de São José -- afirmou Felício.

A mudança é ampla. Segundo o prefeito, ela inclui orientação e treinamento de pessoal, mudança na política de gestão de unidades e foco. Esse modelo inclui, também, repactuar a utilização dos hospitais da cidade e ampliar a infraestrutura da rede. "Nós nunca tivemos uma relação tão boa com a Santa Casa e o Antoninho da Rocha Marmo funciona, sim, como o Hospital da Mulher", disse.

-- Saúde é enxugar gelo, prefeito?
-- Não acredito nisso. Saúde é gestão. Estamos otimizando a rede, que está hoje funcionando próxima de sua capacidade total. Dentro de pouco tempo, quando a crise refluir e muita gente voltar aos convênios particulares, a rede de Saúde de São José vai ser modelo para outras cidades. Tem muitas coisas boas vindo por aí. Agora, críticas e queixas existem e cada caso, cada problema, será analisado. Vamos tratar tudo com transparência total.

Sobre as pressões para troca do secretário, Felício afirmou que elas não surtem efeito. "Está sendo feito um trabalho sério, sob supervisão do vice-prefeito, Ricardo Nakagawa, não existe razão para mudar". disse.






Sem troca na Saúde Sem troca na Saúde Reviewed by blog dois pontos on 16:12 Rating: 5

Um comentário:

  1. Depender de uma virada na crise para as pessoas voltarem aos convenios privados não me parece uma afirmação positiva de que a saude publica será tratada como publica...e sim privada!...

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