A taxa do paranauê

O parque é de todos?


Está causando polêmica nas redes sociais a taxação sobre o uso do espaço do Parque Vicentina Aranha.

Vale a pena acompanhar esse caso de perto ...

O caso veio a público com um abaixo-assinado on-line lançado contra a taxa de R$ 160 cobrada das roda de capoeira do Mestre Lobão, que usa o espaço do Vicentina Aranha como palco há mais de três anos. “A continuidade desse trabalho, no entanto, encontra-se ameaçada pela política insistente de privatização do espaço público, de retirada de direitos e garantias da população, pois, fora comunicado ao Mestre Lobão, pela gestão (terceirizada) do parque, que, para continuar com essa atividade, deveria pagar a quantia de R$ 160, sob o pretexto de manutenção do parque, um verdadeiro abuso e absurdo”, diz o texto do abaixo-assinado, que atingiu hoje pela manhã cerca de 660, 670 adesões. “O parque é frequentado por toda a comunidade joseense para a realização de atividades físicas, mas a capoeira tem que pagar”, completa o texto, alertando: “O movimento não diz respeito a não condição de poder pagar, mas por considerar essa atitude um desrespeito ao mestre Lobão, com todo seu reconhecimento mundo afora com a capoeira, com todos os capoeiristas e com os cidadãos.”

O Vicentina é um parque conquistado pela sociedade, que lutou, durante mais de uma década, para que os muros do antigo sanatório fossem derrubados e para que esse patrimônio fosse aberto a toda comunidade. Sua mancha verde é um tesouro no coração da área nobre da cidade. Seu patrimônio arquitetônico, em recuperação, é ímpar. Gerido hoje  por uma OS, o Vicentina é o parque do coração de boa parte dos joseenses.

E essa questão? Com a palavra os gestores do Vicentina Aranha ...

A taxa do paranauê A taxa do paranauê Reviewed by blog dois pontos on 10:18 Rating: 5

3 comentários:

  1. Aos adm's do Parque... um belo "Vai Catar Coquinho".

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  2. Privatização indevida... Ridículo por parte da administração do Parque!

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  3. E se as atividades da capoeira e outras atividades coletivas acontecessem em espaços públicos que já estão revitalizados e fechados ou ainda em outros parques da cidade. De repente seria uma solução para vários grupos que também buscam espaços para realização de apresentações, ensaios, reuniões, aulas abertas etc...

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